Pô, não tem Engov neste barco?!
Inicialmente, peço desculpa ao(à) distinto(a) leitor por não ter cumprido minha palavra de escrever aqui diariamente, mas sei que compreenderá e me perdoará.
Chegamos a Barbados pelas dez da matina da terça, dia 26/jan. Joselle ganhou o bolão, no qual tentamos adivinhar o horário mais aproximado da chegada. Só o capitão não participou, mas, estranhamente, não apostamos nada. Então, para quê, né? Coisa de quem não tem o que fazer há dez dias num barco.
Desembarcamos horas depois e João foi com Lui ao harbour master, regularizar nossa chegada. Os demais ficamos pela praia, só tomando chegada.
De volta ao barco, bebemos algumas coisitas e nos banhamos no mar tranqüilo. Aliás este vem sendo meu ritual noturno, antes do jantar: beber um trago e pular no mar do Caribe, com a Lua ali brechando. Sem esquecer, ao saltar, o grito de guerra cearense: iieeeeeeiii!!!
Dormimos contentes.
Ontem, quarta, ficamos na internê por um bom tempo, atualizando os assuntos com amigos e parentes. Aproveitamos uma rede que envia sinal da terra, sem necessidade de senha. Piratas virtuais.
Peruamos pelo centro de Bridgetown e lanchamos por lá. Falarei amanhã sobre o país.
Comprei um rum fantástico, chamado Mount Gay (cujo nome me fez lembrar alguns amigos enrustidos), e fiquei bebericando alternadamente com mergulhos no mar.
Alguns foram para terra, conhecer a noite barbeira.
Fiquei atracado com minhas doses de rum e liguei pelo celular para alguns amigos daí, mas não lembro da metade dos papos. Porém recordo do brinde à vida que fiz com o amigo Fred Bx, ele lá com o copo de uísque e suas maquinações empreendedorísticas.
Hoje não poderia faltar a boa ressaca. Os neurônios permanecem meio sonolentos.
Pois então vá lá ler o blog do Nelson Rubens ou da Bruna Surfistinha, que amanhã retomamos.

January 29th, 2010 at 2:25 pm
Bom mesmo é ficar no barco, neh?
Beijim.